#aluna indisciplinada

É muito interessante como uma “aluna indisciplinada” me ensinou tanto acerca de mim mesma.

Podes ouvir toda a história no Podcast da Rulote.

De como nos outros,  encontramos notícias de nós.  E mesmo a propósito,  recomendo vivamente a leitura do livro “Despertar – Libertar – Crescer” da Psicóloga Rossana Apolloni.  Para ler em casa, nos transportes, no teu café favorito, enquanto saboreias um bom chá, no fim de semana, por exemplo.

#love, love, love Vol.2

Dizem que este é o mês do amor, apenas pela existência do Dia de S. Valentim em Fevereiro.

De facto, a palavra “amor” é mesmo uma fortíssima tag (ou etiqueta) na net.

Interessante o que observo: a maioria das pessoas – na minha opinião – confunde  amor com outros sentires que podem fazer parte do longo alcance que o amor tem; desde a paixão, ao desejo, à luxúria, ao carinho.  E bem a propósito uma imagem que encontrei na net, numa busca normalíssima.

love

Aqui está a “definição” de amor para tantos de nós;  parece-me ser mais uma mistura de amor com paixão, do que propriamente uma difinição de amor, simplesmente.

Claro que cada cabeça dita sua sentença e eu não serei, de todo, uma autoridade no assunto.  Posso certamente dar a minha opinião, daquilo que aprendi ao longo da vida  sobre o amor, ainda que daqui a algum tempo possa discordar do que hoje escrevo.

“Euphoric” (eufórico) não é um adjetivo que eu, pessoalmente, atribuiria ao amor ou a quem sente amor por alguém.   Paixão, sim, tem muito de euforia.

Aqui nesta descrição diz ainda que o amor é o sentimento mais espetacular, indescritível que temos por alguém.  Concordo. É muito difícil de descrever.  Porém, se o amor é isto tudo, nunca pode causar dor em nós. Quem nos ama, não nos magoa, certo?

E aqui, poderíamos entrar pela violência – da qual tanto se fala hoje em dia.

Prefiro deixar esse debate para outra ocasião, ou para as pessoas (Psicólogos, Terapeutas) e Instituições que , de forma condigna, lidam com algo tão sensível.  Eu não me atrevo.

Mas, gostaria de agarrar uma frase que acima escrevo: quem nos ama, não nos magoa.  (repito, não estou a falar de violência de nenhum tipo, apenas da dor que se sente num “amor não correspondido” que tanta tinta tem gasto na literatura mundial ao longo dos séculos).

Mais uma vez, quem nos ama, não nos magoa.  Mas magoa, se a pessoa que “amamos” não nos ama com a mesma velocidade.  Magoa, se não responde aos nossos avanços com a mesma intensidade.

Esta é a parte  em que, pessoalmente, creio que somos nós a magoar-nos a nós mesmos; é algo de viciante, mesmo.

Se alguém de quem gostamos, não nos retribui, é “simples”: não nos ama.  Se aquela pessoa faz de propósito para nos magoar? Isso depende, mas, na maior parte dos casos, a outra pessoa simplesmente não gosta de nós da mesma maneira que nós gostamos dela.  E isso dói.

É tão difícil cada um de nós ver isso de forma simples, que muito facilmente entramos num processo de “pensar pelo outro”; inventamos desculpas para o não-amor do outro, para que nos doa menos.

Pretender que se seja racional num momento em que todo o nosso corpo está em grande intensidade emocional, é quase impossível.

Só que, feliz ou infelizmente, a pessoa a quem dedicamos a nossa atenção, pode estar ou não com o mesmo sentir que nós.

Convenhamos, afinal, se fôssemos racionais e lógicos, num momento de intensidade emocional, nunca se teriam escrito tantos romances, tanta “história de amor” (normalmente são de desamor), tantas músicas românticas que falam sobre o não-amor do outro, poemas e tantas palavras.

Fica este texto, também para mim.  Como um aviso, para eu também recordar o que penso (quando o que sinto me assoberbar).

 

 

#limpamos?

Aqui na Rulote, cedo erguer é … enfim, sinónimo muitas vezes de ainda não ter dormido de todo.  Portanto, hoje –  for something completely different –  limpamos o lavatório da casa de banho, sem usar qualquer detergente.   É simples, vi num vídeo há algum tempo e fiquei fã.

Não é uma limpeza profunda – como vais ver.  A parte mesmo, mesmo boa é a ausência do uso de qualquer detergente.

É fácil, não é poluente e pronto.

Realmente, podia dar-me p’ra pior a estas lindas horas de um sábado.

Se por acaso, nunca tinhas passado os olhos por uma limpeza assim, o que achas? Parece-te bem? Não polui,  não é caro e os resultados finais – quando estiveres munida de paciência q.b. e decidas fazer a limpeza completa –  são mesmo impecáveis.

 

#overachievers

. ou, à falta de melhor expressão em Português, pessoas que são melhor sucedidas do que seria de esperar .

. estamos a vivenciar períodos de “overachieving”, numa superação constante, sobretudo e diria mesmo de extrema competição, seja ela entre amigos, colegas de trabalho ou mesmo membros da mesma família .

. e, claro,  frases como a seguinte surgem quais cogumelos em tempo inverniço, em forma de declarações de força … digamos … “interior”  .

decide

. como assim? .

.  estamos a ensinar-nos – a nós mesmos e aos outros, aos nossos filhos e netos – que a paragem não é obrigatória?

. sempre a andar e vamos lá chegar? .

. e, quando o cansaço chega? . quando precisamos de nos aconchegar, beber qualquer coisa e simplesmente ficar, não o devemos fazer?! .

.  por mim falo, porque fui educada – como todos somos, por modelagem – a ver a minha família sempre em ação . parar era preguiçar .  recordo com muito carinho os momentos depois do jantar , quando o meu pai se sentava no sofá, eu arregaçava as mangas do meu pijaminho de seis anos e dizia: “papá, faz festinhas” e ele fazia; braço acima, braço abaixo, minutos sem fim . sentia eu que os minutos não passavam e o tempo realmente parava, naquele carinho depois da janta .

.  hoje em dia, regresso muitas vezes a estes momentos de paragem; de tal maneira que praticamente me obriguei a estar cinco anos literalmente parada e, caso me movesse para trabalhar – como as pessoas “normais” que trabalham – eu simplesmente adoecia.

. o meu corpo – que é muito ajuizado – dizia-me : “para”.

. por isso, ouvindo o meu corpo, só te peço que oiças o teu – enfim, eu fiz ouvidos surdos ao meu corpo durante meia centena de anos, por isso, sei, acredita .

. parar é fundamental . preguiça é coisa que não existe . existe, sim, procrastinar e, claro, há razões emocionais para isso .  é “só” partires à descoberta do que te faz correr – se corres . ou o que te faz procrastinar, se for o teu caso .

. either way, it’s okay .

. seja como for, está tudo bem .

. para, se sentes que necessitas de parar .  é tão bom ! ♥

 

 

#vamos tratar de nós

. apenas uma sugestão, para quem gosta de limpar e desintoxicar o organismo, depois desta época de alguns excessos alimentares .

. o fígado – esse grande querido – gosta de estar bem limpo e com pouca gordura, para funcionar melhor .

. então aqui fica uma sugestão de limpeza, se gostas de vegetais em sumo – que é o meu caso.

  • meia chávena de uvas passas
    2 limões
    1 chávena de beterraba cortada e picada
    2 chávenas de água
    Pega numa chávena e enches com as beterrabas descascadas e picadas.
    Ferve a água numa panela e, quando estiver a borbulhar, acrescentas as beterrabas picadas e as passas e desligas o fogão.
    Feito isto, fechas a panela e deixas descansar por 45 minutos.
    Depois, espreme os limões em sumo para um copo.
    Colocas todos os ingredientes num liquidificador e mistura bem.
    Coas, então, o sumo.

suco-detox-de-beterraba

Podes beber duas vezes ao dia, durente sete dias.  Claro que esta sugestão não substitui os conselhos médicos, quando necessitares.

Enjoy!